segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Missão africana quer ir à Lua para colocar continente no mapa científico

Johanesburgo, 11 jan (EFE).- Enviar a primeira missão africana à Lua para colocar o continente no mapa da pesquisa científica, oferecer a seus habitantes seus benefícios e promover entre seus jovens a matemática, a física e a ciência espacial é o objetivo da Fundação para o Desenvolvimento do Espaço (FSD, na sigla em inglês).
Para conseguir isso, a Fundação - que tem sua sede na África do Sul - já iniciou a primeira fase do projeto: arrecadar dinheiro para que instituições especializadas de todo o continente definam, até novembro deste ano, os detalhes técnicos e os objetivos científicos do projeto.
"Ninguém espera que a África possa contribuir para a exploração científica, mas quanto mais trabalharmos neste sentido mais gente no continente assumirá a ideia de que a África é capaz e pode sair dos problemas que temos agora", explicou à Agência Efe o diretor da FSD, Jonathan Weltman.
A iniciativa, que tem o nome Africa2Moon (África para a Lua), poderia vencer o desafio de enviar uma missão à Lua em cerca de dez anos, embora os primeiros passos para isto serão dados em universidades e centros de estudo de todo o continente no mesmo momento em que o plano estiver em execução.
A Africa2Moon quer criar, com um desafio concreto, ambicioso e atrativo, necessidades que forcem o desenvolvimento dos organismos dedicados à ciência espacial, à física e à matemática que existem no continente.
Além disso, pretende oferecer aos melhores cérebros africanos uma razão para ficar ou voltar a trabalhar em casa.
"As tecnologias espaciais como a comunicação por GPS, a monitoração do clima e da agricultura, não podem ser tratadas em escala nacional. Os benefícios de qualquer progresso serão continentais", afirmou Weltman sobre um dos argumentos para apoiar o pan-africanismo do projeto.
Weltman também aponta para o problema da chamada fuga de cérebros nos países do continente, onde muitos profissionais e cientistas emigram para Europa e Estados Unidos ou, frequentemente, para a África do Sul, um país com melhores universidades e economia desenvolvida.
É por isso que a FSD insiste em que a "Africa2Moon" não deve ser um programa meramente sul-africano ou das potências espaciais continentais como Nigéria - que tem junto com a África do Sul a única agência espacial da África Subsaariana -, Egito e Tunísia.
Por isso, os promotores do projeto não propõem a criação de um centro científico localizado em um ponto concreto da geografia africana, mas o aproveitamento dos que já funcionam e o início de novas infraestruturas para responder ao desafio da missão pan-africana à Lua.
"Na África já existem as condições para construir a sonda. No continente são construídos satélites e aparelhos espaciais", disse Weltman em relação a um dos três requisitos desta missão à Lua para poder se somar aos trabalhos de potências como Rússia, China, Europa e Estados Unidos em ciência espacial.
No entanto, o continente ainda não conta com os outros dois: a capacidade de construir o míssil que lance a sonda e uma infraestrutura de onde se faça o lançamento.
Por isso, o desenvolvimento de conhecimentos e infraestrutura para construir o míssil e lançá-lo é um dos grandes desafios do Africa2Moon, que agora pede doações individuais e de entidades privadas mas que, quando a primeira fase for concluída, prevê solicitar financiamento de governos e instituições públicas.
A FSD espera encontrar na União Africana - organismo que contempla há anos o estabelecimento de uma agência espacial africana - um parceiro para uma proposta que quer pôr a África para trabalhar "ombro a ombro com os outros continentes". EFE
fonte :yahoo noticia 

velocidade jaguar


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

praia


Dólar é boa opção de investimento para 2015


Comprar dólar agora pode ser uma boa opção tanto para quem pretende gastar viajando ao exterior, como para aquele que procura uma boa opção de investimento em 2015. Apesar de a moeda americana ter se valorizado bastante durante o ano de 2014, cotada ontem a R$ 2,69 – maior desde 2009 – não há indícios que ela venha baixar. Pelo contrário, o prognóstico é de mais valorização. Por isso, analistas de investimentos recomendam o dólar até mesmo para o pequeno investidor, que pode adquirir a moeda americana diretamente em casas de câmbio ou procurar o banco e ver opções de fundos cambiais. Neste último caso, é necessário cuidado em relação à taxa de administração cobrada e o desconto do Imposto de Renda, que diminuiu de acordo com o tempo de investimento.
“O pequeno investidor pode ter entre 5% e 10 % de sua carteira em dólar, porque ainda há espaço para novas valorizações”, diz o gerente de mesa da Finacap DTVM, Leandro Lima. Na sua avaliação, há pressões internas e externas que fazem com que as previsões sejam de dólar mais caro. A moeda pode funcionar como uma carteira tática de investimento, ou seja, de curto prazo. 
As previsões são de picos de cotação durante o ano, transformando a compra em boa oportunidade de venda, tanto no balcão da casa de câmbio, quanto se desfazendo dos títulos do fundo. “Com seis meses de investimento, o IR tem uma alíquota de 20% sobre os ganhos. Mas com um pico de R$ 2,90 ou R$ 3, o investidor ainda consegue se apropriar de ganhos. Não é investimento de longo prazo.” 
Felipe Miranda, da Empiricus, também recomenda a compra da moeda americana e prevê dólar com picos de R$ 3,10. Segundo ele, a “sinalização de resiliência da economia americana deve antecipar o ciclo de alta do juro básico norte-americano”. Se isso acontecer, haverá fuga de dólares de economias emergentes, como a do Brasil, em direção à segurança dos títulos americanos. Com menos oferta local, a tendência é de aumento de preço. O real tende a ficar depreciado em relação ao dólar. 
A outra pressão é interna. O Brasil tem o terceiro maior déficit em transações correntes do mundo, com um saldo negativo de US$ 84,4 bilhões (em 12 meses até outubro), equivalente a 3,73% do PIB. “Quando isso acontece, historicamente sempre há depreciação cambial necessária para dar a recuperação na balança comercial. Ou seja, o real tem de ser depreciado para melhorar as exportações e trazermos saldo”, avalia Lima. fonte: Jc

Uma Noite no Museu 3 - O Segredo da Tumba


O segurança Larry Daley (Ben Stiller) segue com seu inusitado trabalho no Museu de História Natural de Nova York. Determinado dia, descobre que a peça que faz os objetos do museu ganharem vida está sofrendo um processo de danificação. Com isso, todos dos amigos de Larry correm o risco de não ganharem mais vida. Para tentar salvar a turma, ele vai para Londres pedir a orientação do faraó (Ben Kingsley) que está em exposição no museu local.
fotes: jc e  adoro cinema